Absolvido pelo Conselho do Flamengo, Bandeira de Mello avalia decisão como 'vitória da democracia'
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Após ser absolvido pela maioria dos votos do Conselheiro Deliberativo do Flamengo, em sessão na noite desta de segunda-feira, na sede da Gávea, o ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello classificou a decisão, que revogou sua suspensão por 90 dias do quadro social por conta de declarações a respeito do incêndio do Ninho do Urubu, em 2020, como uma “vitória da democracia e da liberdade de expressão”.
– Entendo que a decisão do Conselho Deliberativo do Flamengo foi uma vitória da democracia e da liberdade de expressão – relatou o ex-presidente, ao LANCE!, antes de complementar:
– Afastou também uma perseguição de natureza política e contribuiu para que todos nós, rubro-negros, possamos restabelecer a paz no clube, condição fundamental para buscarmos a retomada da excelência na gestão e da boa governança – finalizou.
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O inquérito foi aberto por conta de declarações de Bandeira de Mello, em 2020, nas quais afirma que o incêndio que vitimou 10 jovens das divisões de base “dificilmente teria acontecido em sua gestão”. Na época, Eduardo Bandeira de Mello falou à reportagem do LANCE!, e reforçou que “não ofendeu ninguém.”
A declaração de Bandeira de Mello se deu por conta do planejamento que havia em sua gestão, no qual as divisões de base passariam a utilizar os alojamentos do módulo 1 do CT do Ninho do Urubu a partir de 1º de janeiro de 2019, e não mais os contêineres. Em 8 de fevereiro de 2019, um incêndio atingiu uma das unidades e vitimou 10 atletas das divisões de base do clube.